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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Moniz recupera ligação à TVI

Um dia depois da vitória socialista, a Ongoing, presidida por Nuno Vasconcellos e que conta com José Eduardo Moniz na vice- presidência (área média) desde Agosto, chega a acordo de compra com a Prisa de 35% da Media Capital, dona da TVI.

A negociação com o grupo espanhol Prisa pressupõe que Nuno Vasconcellos seja nomeado o novo presidente da Media Capital, continuando, no entanto, Bernardo Bairrão administrador delegado e primeiro executivo, segundo comunicado ontem divulgado pela Media Capital. Com este negócio, José Eduardo Moniz voltará a ter ligação com a TVI.

A tão intrigante saída de Moniz da direcção da estação líder de audiências para um cargo numa empresa com ambição de crescimento, é certo, mas ainda sem poder actuante numa televisão, começou ontem a fazer outro sentido. A Prisa, presente em 22 países e proprietária do diário de referência El País, mantém a posição maioritária - aos 94,69% da Media Capital deverão ser agora subtraídos os 35% - mas também passa a contar com um parceiro português.

Este negócio, que ainda carece de autorização dos reguladores, levanta ainda outras implicações, nomeadamente, no que diz respeito à situação de Manuela Moura Guedes na TVI. A jornalista viu suspenso o seu noticiário de sexta-feira, logo após a saída de Moniz da chefia da estação.

A Prisa não revela o montante exacto da venda mas aponta que a transacção teve por base uma avaliação da Media Capital, detentora da TVI, Rádio Comercial, Rádio Clube, Cidade FM, entre outras, em 450 milhões de euros. Sugerindo-se que tenha havido um montante envolvido na ordem dos 157,5 milhões de euros.

Em documento, o grupo espanhol assinala, "o grande valor estratégico para a Prisa, já que se inscreve nos planos anunciados pela companhia de incorporar sócios que tragam capital, tecnologia e novos mercados".

Esta vontade de compra de parte da Media Capital foi confirmada pela própria Ongoing, mas desvalorizada pelos responsáveis da empresa, no dia em que se tornou pública a contratação de José Eduardo Moniz. A 10 de Agosto, o vice-presidente da Ongoing Strategy, Rafael Mora, disse que as conversações com a Media Capital não tinham avançado e que a prioridade continuava a ser a Impresa (SIC), onde já detinham 23,5%. Do outro lado da barricada, depressa se fez saber que Pinto Balsemão, presidente da Impresa, não estava interessado em abdicar de poder na empresa que fundou. O objectivo da Ongoing não se camuflava: queria ter capacidade para decidir na estrutura do grupo da SIC. Embora Rafael Mora tivesse previsto a reviravolta: caso a Impresa não cedesse, voltariam a negociar com a Media Capital, e, se esse fosse o caminho, segundo Nuno Vasconcellos, o presidente, veio a acrescentar, seria natural desfazerem-se da participação na SIC.

A situação financeira da Ongoing junta uma dívida que ascende aos 850 milhões de euros, a participações de referência na PT, no Bes, no Espírito Santo Financial Group.

Ontem, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários determinou a suspensão da negociação das acções da Media Capital, nos mercados regulamentados da Euronext porque aguarda a divulgação de informação privilegiada.

Esta foi a segunda transacção ontem divulgada pela Prisa, que parece apostado em reduzir a dívida superior a cinco mil milhões de euros. Vendeu ainda ao fundo DLJ South American Partners, 25% da editora Santillana, com o qual encaixou um total 247,5 milhões de euros.

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publicado por Pedro Gomes às 14:28
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Intercampus e TVI voltam a bater concorrência

Projecção legislativas

A sondagem à boca das urnas da Intercampus para a TVI voltou a ser a única de três a apresentar estimativas sem falhas quanto aos resultados das eleições legislativas, colocando o CDS-PP à frente do BE.

O estudo apresentado às 20:00 pela estação televisiva de Queluz de Baixo atribuiu um intervalo de entre 11,6 e 8,6 por cento aos democratas-cristãos e de 11,5 e 8,5 aos bloquistas, verificando-se depois que o CDS-PP alcançou 10,46 e que o BE se ficou pelos 9,85, faltando apurar os quatro mandatos do estrangeiro.

Tanto a previsão da Universidade Católica para a RTP como a da Eurosondagem para a SIC colocaram o BE como terceira força política, respectivamente com 9-12 e 9-11,2 por cento e o CDS-PP à frente da CDU, com 8,5-11,5 e 7,7-9,9, falhando ambas, tal como aconteceu nas eleições europeias.

Em 07 de Junho, os dois trabalhos apresentados pela estação estatal e pela televisão de Carnaxide erraram relativamente aos valores avançados para o PS e para o BE, atribuindo mais votos dos que os que se vieram a apurar respectivamente a socialistas e a bloquistas.

A Intercampus tinha atribuído hoje um intervalo de entre 36 e 40 por cento ao partido dirigido pelo actual primeiro-ministro, José Sócrates, e os socialistas acabaram por alcançar, no território nacional, 36,56 por cento nas 4.260 freguesias apuradas.

A empresa especializada em estudos de opinião colocara o PSD com um intervalo de 26,3-30,3 por cento e o resultado alcançado pelos sociais-democratas é de 29,09.

Em todos os trabalhos de projecção a CDU apareceu como a quinta representação partidária no Parlamento com menos votação: entre os seis e os 10 por cento, algo que se verifica para já, com a percentagem apurada de 7,88 por cento.

As sondagens apresentadas pela SIC e pela RTP atribuíram, respectivamente, intervalos de 25-29 por cento ao PSD e de 7,7-9,9 por cento ao CDS-PP, verificando-se que os sociais-democratas alcançaram 29,9 por cento e que os democratas-cristãos atingiram os 10,46 por cento.

Segundo os dados já apurados, o PS já garantiu 96 mandatos contra 78 do PSD, enquanto o CDS-PP tem uma representação de 21, seguido pelo BE (16) e pela CDU (15).

publicado por Pedro Gomes às 14:12
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RTP1 vence noite de eleições

O especial Legislativas 2009 da RTP1 foi o programa mais visto de domingo, tendo sido acompanhado por 1,15 milhões de telespectadores a partir das 20 horas.

Segundo dados da Marktest hoje divulgados , a maratona informativa da RTP1 registou uma audiência média de 12,2 por cento e um share de 34,1 por cento.

O segundo e o terceiro programas mais vistos de domingo são também o primeiro canal da estação pública.

Legislativas 2009: Hora Decisiva, visto por 832 mil telespectadores entre as 19:00 e as 20:00, registou uma audiência média de 8,8 por cento e um share de 29,8, já o Jornal da Tarde foi acompanhado por 804 mil telespectadores e teve uma audiência média de 8,5 por cento e um share de 32,6.

No top quatro dos programas mais vistos surge o Primeiro Jornal da SIC, visto por 794 mil telespectadores, com uma audiência média de 8,4 por cento e um share de 32,4.

O top cinco fica completo com o especial da TVI Eleições Legislativas 2009, acompanhado por 775 mil telespectadores, que registou 8,2 por cento de audiência média e 22,6 por cento de share.

www.jn.pt

publicado por Pedro Gomes às 14:10
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